Fonte: Oficina da Net
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Bonsai Electree recarrega aparelhos móveis com energia solar
Fonte: Oficina da Net
O que fazer para patentear um software?
As pessoas que querem patentear um software, precisam inicialmente recorrer ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Mas afinal, o que uma patente? De acordo com o próprio INPI, “Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente.”
O INPI é uma organização relacionada ao Governo Federal, no entanto, mesmo vinculada, a instituição possui uma certa autonomia na efetuação de decisão. Por se tratar de uma “propriedade industrial”, o software pode ser patenteado pelo INPI. O decreto que autoriza o registro pelo INPI é o de número 2.556/98 e, também é regido pela Lei de número 9.609/98, também conhecida pela Lei do Software e a Lei número 9.610/98, a Lei dos Direitos Autorais.
Assim, para quem quiser entrar com um pedido de patente de um software deverá efetuar a solicitação junto ao INPI, entregando documentação técnica e outra formal, como também uma petição de pedido de registro de programa de computador. Na documentação formal deverá constar: Formulário de Pedido de Registro de Programa de Computador, a procuração (caso necessário), guia com pagamento realizado, documentação informando vínculo empregatício (pode ser de prestação de serviço ou estatuário).
Também é necessária a documentação técnica, que consiste em: Lista integral ou mesmo parcial do programa fonte, suas especificações e dados de originalidade do programa. Lembre-se que deverá conter todos os itens, correndo o risco de não conseguir o registro do produto.
Para obter mais informações é necessário acessar o site www.inpi.gov.br. No site há todas informações necessária sobre como patentear um software. Quem não conseguir entregar a documentação pessoalmente poderá ser encaminhada por procuração ou mesmo pelo correio.
Quem pode requisitar um registro de software:
O INPI é uma organização relacionada ao Governo Federal, no entanto, mesmo vinculada, a instituição possui uma certa autonomia na efetuação de decisão. Por se tratar de uma “propriedade industrial”, o software pode ser patenteado pelo INPI. O decreto que autoriza o registro pelo INPI é o de número 2.556/98 e, também é regido pela Lei de número 9.609/98, também conhecida pela Lei do Software e a Lei número 9.610/98, a Lei dos Direitos Autorais.
Assim, para quem quiser entrar com um pedido de patente de um software deverá efetuar a solicitação junto ao INPI, entregando documentação técnica e outra formal, como também uma petição de pedido de registro de programa de computador. Na documentação formal deverá constar: Formulário de Pedido de Registro de Programa de Computador, a procuração (caso necessário), guia com pagamento realizado, documentação informando vínculo empregatício (pode ser de prestação de serviço ou estatuário).
Também é necessária a documentação técnica, que consiste em: Lista integral ou mesmo parcial do programa fonte, suas especificações e dados de originalidade do programa. Lembre-se que deverá conter todos os itens, correndo o risco de não conseguir o registro do produto.
Para obter mais informações é necessário acessar o site www.inpi.gov.br. No site há todas informações necessária sobre como patentear um software. Quem não conseguir entregar a documentação pessoalmente poderá ser encaminhada por procuração ou mesmo pelo correio.
Quem pode requisitar um registro de software:
- O próprio autor do software;
- O empregador ou a pessoa que contratou o serviço, caso o software tenha sido desenvolvido durante o tempo de serviço;
- O próprio empregado ou mesmo o prestador de serviços, quando o software tenha sido criado fora do ambiente de trabalho e claro, sem os possíveis recursos que o empregador poderia fornecer;
- Quem realizou alguma modificação tecnológica em algum programa já existente, claro que, com a devida autorização do criador original;
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Usabilidade: Desenvolvimento de Menus Com Foco No Usuário
Já pensou em como os menus desenvolvidos por você ou sua equipe estão afetando os usuários do seu site? Os menus são uma forma popular e prática para permitir que os usuários naveguem em um website. Mas , quando a abertura destes menus não possui um foco, eles podem causar uma serie de sérios problemas de usabilidade que a maioria dos designers não está consciente.
O Mito
Muitos designers acreditam que quando seus menus estão abertos, eles são mais rápidos e fáceis para os usuários utilizarem. No início isto pode parecer a forma correta de construir os menus, mas quando vamos estudar profundamente vemos que é o oposto.
Os menus do tipo hover são verdadeiramente mais lentos e bem mais fáceis dos usuários utilizarem. Existem menus que não poupam cliques dos usuários, o site necessita identificar a necessidade de um menu e implementa-lo para o usuário. Este menu deve mostrar ao usuário o que está acontecendo quando ele navega. Isso é importante para que o usuário passa montar uma estrutura mental de trabalho. Uma grande complicação para o usuário são os menus que não possuem foco ou seja geram indicações que ele nunca clicou.
Em um site os usuários tendem a passar o mouse sobre muitas coisas para identificar o que pode ser clicado. Quando o ícone selecionado pelo usuário indica a possibilidade de clique imediatamente o usuário deduz que algum conteúdo irá encontrar mas muito cuidado para não sobrecarregar as pessoas que visitam seu site com muita informação isso pode ser motivo para aborrecimentos.
Os usuários estão sempre a procura de um menu para abrir, abri-lo sem uma direcionalidade pode até torna-lo mais rápido porém mais difícil de utilizar. Alguns menus são notoriamente difíceis de serem utilizados por algumas razões, clicar em um item não é tão fácil quanto parece.
Os menus do tipo hover são verdadeiramente mais lentos e bem mais fáceis dos usuários utilizarem. Existem menus que não poupam cliques dos usuários, o site necessita identificar a necessidade de um menu e implementa-lo para o usuário. Este menu deve mostrar ao usuário o que está acontecendo quando ele navega. Isso é importante para que o usuário passa montar uma estrutura mental de trabalho. Uma grande complicação para o usuário são os menus que não possuem foco ou seja geram indicações que ele nunca clicou.
Em um site os usuários tendem a passar o mouse sobre muitas coisas para identificar o que pode ser clicado. Quando o ícone selecionado pelo usuário indica a possibilidade de clique imediatamente o usuário deduz que algum conteúdo irá encontrar mas muito cuidado para não sobrecarregar as pessoas que visitam seu site com muita informação isso pode ser motivo para aborrecimentos.
Os usuários estão sempre a procura de um menu para abrir, abri-lo sem uma direcionalidade pode até torna-lo mais rápido porém mais difícil de utilizar. Alguns menus são notoriamente difíceis de serem utilizados por algumas razões, clicar em um item não é tão fácil quanto parece.
Menus que forçam os usuários a passarem por túneis
Uma das piores coisas na construção de menus é a ideia de utilização de túneis pois muitas pessoas não possuem grande habilidade com o mouse. Os túneis são passagens que forçam os usuários a clicarem em um item do menu. Usuários sem muita habilidade possuem problemas em navegar por estes túneis, muitas vezes causando muita irritabilidade pois necessitam mover o ponteiro do mouse muitas vezes para chegar em um determinado ponto.
Mas isso não torna diretamente o menu difícil de ser utilizado , mas torna-o menos eficiente para os usuários completarem a sua navegação de forma pratica. Isto por que quando o menu abre os usuários não podem mover o mouse diretamente no item desejado, caso o façam acidentalmente o menu poderá ser fechado. Desta forma o mouse deve ser movimentado de uma forma muito cuidadosa dentro do túnel caso queiram clicar em algum item dentro do menu. Não existe nem uma razão concreta para que os usuários tenham todo esse trabalho árduo para navegar em uma pagina da web.
Mas isso não torna diretamente o menu difícil de ser utilizado , mas torna-o menos eficiente para os usuários completarem a sua navegação de forma pratica. Isto por que quando o menu abre os usuários não podem mover o mouse diretamente no item desejado, caso o façam acidentalmente o menu poderá ser fechado. Desta forma o mouse deve ser movimentado de uma forma muito cuidadosa dentro do túnel caso queiram clicar em algum item dentro do menu. Não existe nem uma razão concreta para que os usuários tenham todo esse trabalho árduo para navegar em uma pagina da web.
Itens periféricos mais lentos e difíceis de clicar.
O menu do tipo hover irá se fechar quando o mouse for movido para direita dentro do menu, isso faz com que os itens periféricos do menu fiquem mais difíceis de serem acessados pois estão na borda do menu. Eles terão que ser retardados a medida em que se aproximem do menu periférico, considerando que os itens do menu são links de texto com letras pequenas, dificultando o alvo e aumentando a lentidão.
Caso os usuários não retardarem o movimento do mouse e passar de forma lenta nos itens periféricos do menu, caso não o faça o mesmo se fecha e o usuário terá que começar tudo novamente.
Alguns adicionam estofamento extra ao redor do menu mostrando que ainda permanecerá aberto, no entanto mesmo adicionando este estofamento não basta pois o menu ainda poderá se fechar caso o usuário mova o mouse longe demais. Os usuários não devem ser induzidos ao erro por conta da forma que movem seu mouse.
Caso os usuários não retardarem o movimento do mouse e passar de forma lenta nos itens periféricos do menu, caso não o faça o mesmo se fecha e o usuário terá que começar tudo novamente.
Alguns adicionam estofamento extra ao redor do menu mostrando que ainda permanecerá aberto, no entanto mesmo adicionando este estofamento não basta pois o menu ainda poderá se fechar caso o usuário mova o mouse longe demais. Os usuários não devem ser induzidos ao erro por conta da forma que movem seu mouse.
Páginas de índice mais difícil de encontrar.
Muitos sites usam menus que muitas vezes fazem uso de páginas de índice, estas páginas fornecem ao usuário maiores informações sobre determinados itens existentes no menu, para que assim possa ser feita a melhor escolha. As paginas de índice não iram cumprir sua função de auxiliar o usuário caso não sejam encontradas, muitas vezes estão escondidas dentro do item geral e os usuário não tem como acessar.
Uma boa parcela dos usuários não sabem clicar nos itens gerais de uma pagina de índice pois a mesma já mostra destacado o que foi selecionado. Se você tem uma pagina de índice deve deixar bem claro onde ela se encontra para que os usuários caso necessitem possam sempre utilizar.
Uma boa parcela dos usuários não sabem clicar nos itens gerais de uma pagina de índice pois a mesma já mostra destacado o que foi selecionado. Se você tem uma pagina de índice deve deixar bem claro onde ela se encontra para que os usuários caso necessitem possam sempre utilizar.
Menus que se abrem no clique.
Menus que se abrem ao clicar resolvem grande parte dos problema, com menus deste estilo os usuários estarão livres dos túneis irritantes e também dos desafiadores links periféricos.
Existem três abordagens diferentes para usar este tipo de menu, a primeira é a simples: Quando o usuário clica no item geral o menu é aberto, e ele fecha apenas quando o usuário clica em qualquer lugar fora do menu. Esta abordagem permite aos usuários mover seu mouse da forma que eles queiram e onde queiram sem afetar diretamente o menu.
O menu do botão também força o usuário a colocar o link e a pagina de índice de uma vez sem esconde-lo do item geral, caso os usuários cliquem no item geral o menu será fechado, ligando a página de índice para o item geral que não se faz mais de forma opcional, tonando-se um item do menu. Isto facilitará as coisas para o usuário.
Existem três abordagens diferentes para usar este tipo de menu, a primeira é a simples: Quando o usuário clica no item geral o menu é aberto, e ele fecha apenas quando o usuário clica em qualquer lugar fora do menu. Esta abordagem permite aos usuários mover seu mouse da forma que eles queiram e onde queiram sem afetar diretamente o menu.
O menu do botão também força o usuário a colocar o link e a pagina de índice de uma vez sem esconde-lo do item geral, caso os usuários cliquem no item geral o menu será fechado, ligando a página de índice para o item geral que não se faz mais de forma opcional, tonando-se um item do menu. Isto facilitará as coisas para o usuário.
Um outro tipo de botão de menu que irá tornar as suas páginas mais claras e intuitivas para que os usuários possam chegar a uma página de índice clicando no item geral, no entanto os usuários querem chegar ao menu de divulgação e poder clicar na seta. Essa abordagem separa as páginas de índice dentro do menu de modo que os usuários possam chegar ao índice das páginas muito facilmente, acomodando tanto usuários experientes quanto menos experientes .
A ultima abordagem é um menu desmontável, a vantagem deste estilo é que ele não cobre o conteúdo que estiver abaixo do menu. Em vez disso ele empurra o resto da pagina para abrir espaço. Este estilo é indicado para menus de grande porte que ocupam muito espaço. Um menu deste tipo permite quem vc abra o seu conteúdo sem muitos problemas de formatação, e a seta também irá apontar para cima e para baixo para que os usuários saibam o que aconteceu
Estas três abordagens de menus apresentadas, são muito mais fáceis e mais rápidas de utilizar, fazendo mais sentido para os usuários e possibilitando uma melhor leitura cognitiva da situação. Os benefícios da utilização de menus de cliques são claras, pois eles permitem aos usuários navegar rapidamente e facilmente, melhor que um menu que não permite aos usuário navegarem com facilidade.
Fonte: Oficina da net
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Aprenda a fazer ligações de graça pela internet do seu smartphone
Além de possibilitar ligações gratuitas via computadores, o Skype possui também aplicativos para smartphones.
Quando o assunto é telefonia, a sabedoria popular sempre foi bastante criativa. Quem nunca conheceu pelo menos um método de fazer ligações sem pagar nada? Segurar o último dígito, apertá-lo três vezes após terminar de digitar o número e grafite no cartão telefônico são apenas algumas das dezenas de lendas urbanas sobre telefonemas gratuitos.
Com a popularização da internet, novas tentativas e maneiras de realizar chamadas gratuitamente surgiram. Sabendo dessa compulsão por falar sem pagar, muitas pessoas mal-intencionadas a utilizaram como pretexto para disseminar vírus e outras pragas virtuais. E novamente o sonho da ligação grátis morreu.
Porém, por mais que muita gente ainda desconfie, existem, sim, modos de fazer telefonemas sem gastar um centavo para isso, e através do próprio celular. Ficou curioso? Descubra:
Fring
Uma alternativa para smartphones é o Fring. Ele é um programa que pode ser utilizado em plataformas como iPhone, Windows Mobile, Android e Symbian, e permite que você converse com todos os seus contatos do MSN, Gtalk e Skype através do smartphone, seja por 3G ou por Wi-Fi.
Uma alternativa para smartphones é o Fring. Ele é um programa que pode ser utilizado em plataformas como iPhone, Windows Mobile, Android e Symbian, e permite que você converse com todos os seus contatos do MSN, Gtalk e Skype através do smartphone, seja por 3G ou por Wi-Fi.
O grande destaque desse programa é não exigir que a outra pessoa o utilize para a chamada ser realizada. No caso do MSN, por exemplo, basta você fazer o telefonema para que seu amigo receba o convite para uma conferência de áudio sem que você não gaste nada para isso.
Skype
Outra alternativa para falar de graça é através de um aplicativo já bastante popular. A versão para computadores do Skype tem enorme sucesso, mas ele também pode ser usado em celulares de diferentes sistemas.
Outra alternativa para falar de graça é através de um aplicativo já bastante popular. A versão para computadores do Skype tem enorme sucesso, mas ele também pode ser usado em celulares de diferentes sistemas.
Há versões para iOS 4.0 em diante, Android 2.1 em diante e Symbian com funcionalidades iguais às do programa convencional. Com ele, é possível ligar para qualquer amigo que também tenha uma conta no programa e esteja em um smartphone ou no PC. Mas vale lembrar que a gratuidade é apenas entre contas Skype e, caso você tente ligar para um número fixo ou outro celular, vai pagar por isso.
Talky
O Talky é uma solução parecida com o Skype. Ele faz chamadas gratuitas entre usuários do serviço, além de ligações para fixos e celulares através de créditos. Com ele, é possível conversar com pessoas do mundo todo pelo computador, celular e pelo tablet Orby.
O Talky é uma solução parecida com o Skype. Ele faz chamadas gratuitas entre usuários do serviço, além de ligações para fixos e celulares através de créditos. Com ele, é possível conversar com pessoas do mundo todo pelo computador, celular e pelo tablet Orby.
Deve-se fazer um cadastro para começar a usá-lo em um computador, ou então criar um número específico para seu celular. O cadastro é simples, mas tem algumas perguntas pessoais, como CPF. Você deve conferir sua caixa de entrada, pois, na mensagem recebida, vem um link que envia um SMS para seu celular com um código que ativa sua conta.
Com o cadastro feito, você recebe gratuitamente 30 minutos de ligações para números fixos de qualquer lugar para o mundo. O aplicativo online tem um teclado numérico, bastando usá-lo para fazer as chamadas.
Viber
Para você que tem um iPhone ou algum aparelho Android, uma dica é o Viber. Ele faz ligações gratuitas, desde que as duas pessoas tenham o aplicativo instalado. Caso contrário, a ligação é redirecionada para o sistema de telefonia.
Para você que tem um iPhone ou algum aparelho Android, uma dica é o Viber. Ele faz ligações gratuitas, desde que as duas pessoas tenham o aplicativo instalado. Caso contrário, a ligação é redirecionada para o sistema de telefonia.
É necessário cadastrar o seu número de celular com código de área. Então você recebe um SMS com um código de segurança, o qual deve ser registrado para usar o aplicativo. O Viber não usa nomes de usuários ou apelidos, e sim o número de telefone como identificador.
O aplicativo reconhece automaticamente os contatos que são cadastrados no sistema. Assim, não é necessário uma lista de contatos diferente da sua agenda telefônica. Ele também avisa quando alguém tentou entrar em contato enquanto você estava offline.
Agora que você já sabe como fazer chamadas completamente de graça, que tal ligar para aquela pessoa com quem você não conversa há muito tempo?
Fonte: Oficina da net
Fonte: Oficina da net
Smartphones e NFC anunciam o fim da chave de casa e do carro
Joey Mucha usa um aplicativo no iPhone para destravar as portas de sua casa, inclusiva quando aluga por temporada.
Bolsos e bolsas estão sendo lentamente esvaziados de uma das ferramentas mais fundamentais e duradouras da civilização: as chaves. Elas estão sendo engolidas pelo telefone celular. Uma nova tecnologia faz smartphones destrancarem portas de hotéis, escritórios e casas, além de abrirem portas de garagem e até mesmo de carros.
Ela não é muito distante da tecnologia que permite que botões de alarme destravem carros remotamente, ou cartões de liberação em catracas eletrônicas. A novidade é que ela está no dispositivo que mais pessoas vêm usando como o canivete suíço da eletrônica - igualmente telefone, bloco de notas, mapa, unidade GPS, câmera e máquina de jogos.
O telefone simplesmente envia um sinal pela internet e uma caixa de conversão a um cadeado eletrônico ou maçaneta de porta. Outros sistemas usam redes internas de empresas, como o sistema de destravamento OnStar, da General Motors. Como quase todo mundo possui um celular, empresas de fechaduras e fabricantes de carros estão apostando numa ampla aceitação da tecnologia.
A Schlage, grande fabricante de fechaduras, comercializa um sistema que usa telefones celulares para destravar as portas de casa a quilômetros de distância, além de gerenciar aquecimento e ar-condicionado, luzes e câmeras de segurança. Os clientes compram fechaduras que são controladas por sinais de rádio sem fio, a partir de uma caixa conectada à internet dentro da residência.
Recentemente, Dwight Gibson, vice-presidente de soluções conectadas da Ingersoll Rand, empresa-mãe da Schlage, contou ter usado o sistema para deixar uma amiga entrar em sua casa enquanto estava no escritório. "Ela achou que fosse mágica", disse ele.
A Daimler-Benz já possui o sistema nos Mercedes. O serviço de compartilhamento de carros Zipcar possui um aplicativo de celular que permite que os clientes destranquem seus carros pressionando um botão (parecido com um cadeado) na tela de seu telefone. O botão já foi usado 250 mil vezes desde seu lançamento, há dois anos.
Em outubro, a General Motors apresentou um aplicativo que destrava as portas e liga o motor remotamente na maioria dos modelos 2011. Ele permite que os proprietários dos carros aqueçam o motor em dias frios, ou liguem o ar-condicionado no verão, do conforto de seu quarto ou escritório, explicou Timothy Nixon, que supervisiona produtos de 'infotenimento¿ para a empresa.
"No inverno, quando eu e minha esposa saímos para jantar e a conta chegou, peguei meu celular e liguei o carro", disse ele. "Quando chegamos até ele, já estava aquecido e pronto".
Em outras ocasiões, Nixon pousou após um voo e usou seu telefone para conferir se havia trancado o carro em seu aeroporto de partida.
Porém, usar somente o telefone para abrir ou ligar o carro não é algo à prova de erros. "Você não quer ficar sem bateria e perceber que não pode ir a lugar nenhum", afirmou Nixon. Seria improvável esconder um telefone 'reserva' sob uma pedra ou nos arbustos (embora o dono da casa possa querer esconder uma chave comum do lado de fora da casa para o caso de a conexão com a internet cair).
Outro ponto de impasse é que a tecnologia continua bastante complicada, exigindo que os usuários pressionem botões em seus telefones para estabelecer uma conexão com um sistema no carro ou casa.
Analistas da indústria dos telefones celulares garantem que o processo ficará mais simples com o uso de uma tecnologia chamada comunicação de campo próximo, ou NFC (da sigla em inglês). Ela permite que um telefone seja passado, como um cartão magnético, próximo de um dispositivo que captura o sinal e destranca uma porta.
Hoje a NFC só existe num punhado de telefones, mas os fabricantes devem colocar no mercado cerca de 550 milhões de telefones NFC em 2015 ¿ segundo a IHS iSuppli, empresa de consultoria tecnológica. Rajeev Chand, chefe de pesquisa da Rutberg & Co. - banco de investimentos focado em empresas emergentes e tecnologias na indústria de telefones celulares -, afirmou que as chaves se tornarão obsoletas em alguns anos.
"As chaves não devem desaparecer, mas se tornarão algo arcaico", garantiu Chand. Num teste de oito meses da tecnologia NFC, finalizado em junho, visitantes do Clarion Hotel, em Estocolmo, foram convidados a usar seus telefones para acessar seus quartos.
No dia da chegada, os hóspedes receberam uma mensagem de texto com o endereço de internet onde poderiam fazer o check-in. Depois que esse processo estava terminado, o hotel enviou uma chave eletrônica do quarto para o celular do hóspede. Todos adoraram, disse Tam Hulusi, vice-presidente de inovação estratégica para a HID Global, empresa de cartões inteligentes - que, junto à empresa-mãe, a fabricante de cadeados sueca Assa Abloy, participou do teste.
Ele explicou que as chaves por celular poderiam cortar custos de hotéis, acabando com os cartões plásticos e reduzindo a equipe necessária para fazer o check-in. A empresa também está testando essas chaves em escritórios e universidades. "A ideia não é testar a tecnologia - não estamos falando de foguetes espaciais", afirmou Hulusi. "O ponto principal é observar a reação dos humanos".
Uma vantagem da tecnologia é que as chaves podem ter data de validade. A Apigy, startup de Palo Alto, na Califórnia, está produzindo um sistema Lockitron para empresas que usam trabalhadores terceirizados e para pessoas com aluguéis de férias (carros ou casas). "Estamos criando uma cópia virtual das chaves", disse Cameron Robertson, 24 anos, um dos dois fundadores da Apigy. "Ela permite que você conceda acesso instantâneo às pessoas, de forma temporária ou permanente".
Joey Mucha, 24 anos, instalou um sistema Lockitron em seu apartamento de São Francisco, no ano passado. Ele pagou US$ 300 pelo sistema e US$ 40 para trocar sua fechadura e maçaneta da porta. Mucha diz ter valido a pena, pois ele participa de um serviço online, chamado Airbnb, que o ajuda a alugar seu apartamento de um quarto quando está viajando. Ele eliminou a inconveniência de ter de fazer cópias das chaves e entregá-las aos hóspedes, e também o risco de as chaves serem copiadas.
Em vez disso, ele emite senhas temporárias para a entrada no apartamento. Em um caso, ele destravou a porta para um hóspede enquanto estava a quilômetros de distância, jogando golfe no Arizona. Ele conta ter tido problemas ocasionais, como um hóspede cujo celular ficou sem bateria e teve de usar seu laptop para abrir a porta. "Estou tentando bolar um plano de reserva", disse ele. "Talvez eu deixe um carregador de celular na lanchonete da esquina".
Fonte: Oficina da net
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Microsoft lança kit SDK para Kinec
Nesta quinta-feira a Microsoft disponibilizou a seus usuários a versão beta do kit de desenvolvimento para o Kinect para uso no sistema operacional Windows 7.
O SDK, abreviação do kit, traz junto consigo, drives, API, interface de dispositivos e documentos, além de materiais para instalação de recursos. Conforme mensagem posta no blog oficial da empresa o novo kit vai bem além dos jogos, “Com o lançamento do SDK nós aguardamos uma nova onda de criatividade de pesquisadores acadêmicos, desenvolvedores e entusiastas, já que nós trazemos o desenvolvimento de interface de usuários naturais para todos... em campos muito além de jogos e entretenimento”.
De acordo com a Microsoft, o SDK foi projetado para preparar desenvolvedores, entusiasta e pesquisadores acadêmicos que estejam preparados para novas experiências que incluem sensores de profundidade, reconhecimento de objetos com o uso da tecnologia, além claro do rastreamento de movimentos e voz.
O usuário que queira baixar gratuitamente a versão beta do kit para Windows SDK, mas somente para desenvolvimento de aplicações não comerciais, poderá baixar pelo site; http://research.microsoft.com/en-us/um/redmond/projects/kinectsdk/
quinta-feira, 9 de junho de 2011
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