Categorias

Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Smartphones e NFC anunciam o fim da chave de casa e do carro

Joey Mucha usa um aplicativo no iPhone para destravar as portas de sua casa, inclusiva quando aluga por temporada. Foto: Jim Wilson/The New York Times

Joey Mucha usa um aplicativo no iPhone para destravar as portas de sua casa, inclusiva quando aluga por temporada.

Bolsos e bolsas estão sendo lentamente esvaziados de uma das ferramentas mais fundamentais e duradouras da civilização: as chaves. Elas estão sendo engolidas pelo telefone celular. Uma nova tecnologia faz smartphones destrancarem portas de hotéis, escritórios e casas, além de abrirem portas de garagem e até mesmo de carros.

Ela não é muito distante da tecnologia que permite que botões de alarme destravem carros remotamente, ou cartões de liberação em catracas eletrônicas. A novidade é que ela está no dispositivo que mais pessoas vêm usando como o canivete suíço da eletrônica - igualmente telefone, bloco de notas, mapa, unidade GPS, câmera e máquina de jogos.

O telefone simplesmente envia um sinal pela internet e uma caixa de conversão a um cadeado eletrônico ou maçaneta de porta. Outros sistemas usam redes internas de empresas, como o sistema de destravamento OnStar, da General Motors. Como quase todo mundo possui um celular, empresas de fechaduras e fabricantes de carros estão apostando numa ampla aceitação da tecnologia.

A Schlage, grande fabricante de fechaduras, comercializa um sistema que usa telefones celulares para destravar as portas de casa a quilômetros de distância, além de gerenciar aquecimento e ar-condicionado, luzes e câmeras de segurança. Os clientes compram fechaduras que são controladas por sinais de rádio sem fio, a partir de uma caixa conectada à internet dentro da residência.

Recentemente, Dwight Gibson, vice-presidente de soluções conectadas da Ingersoll Rand, empresa-mãe da Schlage, contou ter usado o sistema para deixar uma amiga entrar em sua casa enquanto estava no escritório. "Ela achou que fosse mágica", disse ele.

A Daimler-Benz já possui o sistema nos Mercedes. O serviço de compartilhamento de carros Zipcar possui um aplicativo de celular que permite que os clientes destranquem seus carros pressionando um botão (parecido com um cadeado) na tela de seu telefone. O botão já foi usado 250 mil vezes desde seu lançamento, há dois anos.
Em outubro, a General Motors apresentou um aplicativo que destrava as portas e liga o motor remotamente na maioria dos modelos 2011. Ele permite que os proprietários dos carros aqueçam o motor em dias frios, ou liguem o ar-condicionado no verão, do conforto de seu quarto ou escritório, explicou Timothy Nixon, que supervisiona produtos de 'infotenimento¿ para a empresa.

"No inverno, quando eu e minha esposa saímos para jantar e a conta chegou, peguei meu celular e liguei o carro", disse ele. "Quando chegamos até ele, já estava aquecido e pronto".

Em outras ocasiões, Nixon pousou após um voo e usou seu telefone para conferir se havia trancado o carro em seu aeroporto de partida.
Porém, usar somente o telefone para abrir ou ligar o carro não é algo à prova de erros. "Você não quer ficar sem bateria e perceber que não pode ir a lugar nenhum", afirmou Nixon. Seria improvável esconder um telefone 'reserva' sob uma pedra ou nos arbustos (embora o dono da casa possa querer esconder uma chave comum do lado de fora da casa para o caso de a conexão com a internet cair).

Outro ponto de impasse é que a tecnologia continua bastante complicada, exigindo que os usuários pressionem botões em seus telefones para estabelecer uma conexão com um sistema no carro ou casa.
Analistas da indústria dos telefones celulares garantem que o processo ficará mais simples com o uso de uma tecnologia chamada comunicação de campo próximo, ou NFC (da sigla em inglês). Ela permite que um telefone seja passado, como um cartão magnético, próximo de um dispositivo que captura o sinal e destranca uma porta.

Hoje a NFC só existe num punhado de telefones, mas os fabricantes devem colocar no mercado cerca de 550 milhões de telefones NFC em 2015 ¿ segundo a IHS iSuppli, empresa de consultoria tecnológica. Rajeev Chand, chefe de pesquisa da Rutberg & Co. - banco de investimentos focado em empresas emergentes e tecnologias na indústria de telefones celulares -, afirmou que as chaves se tornarão obsoletas em alguns anos.

"As chaves não devem desaparecer, mas se tornarão algo arcaico", garantiu Chand. Num teste de oito meses da tecnologia NFC, finalizado em junho, visitantes do Clarion Hotel, em Estocolmo, foram convidados a usar seus telefones para acessar seus quartos.

No dia da chegada, os hóspedes receberam uma mensagem de texto com o endereço de internet onde poderiam fazer o check-in. Depois que esse processo estava terminado, o hotel enviou uma chave eletrônica do quarto para o celular do hóspede. Todos adoraram, disse Tam Hulusi, vice-presidente de inovação estratégica para a HID Global, empresa de cartões inteligentes - que, junto à empresa-mãe, a fabricante de cadeados sueca Assa Abloy, participou do teste.

Ele explicou que as chaves por celular poderiam cortar custos de hotéis, acabando com os cartões plásticos e reduzindo a equipe necessária para fazer o check-in. A empresa também está testando essas chaves em escritórios e universidades. "A ideia não é testar a tecnologia - não estamos falando de foguetes espaciais", afirmou Hulusi. "O ponto principal é observar a reação dos humanos".

Uma vantagem da tecnologia é que as chaves podem ter data de validade. A Apigy, startup de Palo Alto, na Califórnia, está produzindo um sistema Lockitron para empresas que usam trabalhadores terceirizados e para pessoas com aluguéis de férias (carros ou casas). "Estamos criando uma cópia virtual das chaves", disse Cameron Robertson, 24 anos, um dos dois fundadores da Apigy. "Ela permite que você conceda acesso instantâneo às pessoas, de forma temporária ou permanente".

Joey Mucha, 24 anos, instalou um sistema Lockitron em seu apartamento de São Francisco, no ano passado. Ele pagou US$ 300 pelo sistema e US$ 40 para trocar sua fechadura e maçaneta da porta. Mucha diz ter valido a pena, pois ele participa de um serviço online, chamado Airbnb, que o ajuda a alugar seu apartamento de um quarto quando está viajando. Ele eliminou a inconveniência de ter de fazer cópias das chaves e entregá-las aos hóspedes, e também o risco de as chaves serem copiadas.

Em vez disso, ele emite senhas temporárias para a entrada no apartamento. Em um caso, ele destravou a porta para um hóspede enquanto estava a quilômetros de distância, jogando golfe no Arizona. Ele conta ter tido problemas ocasionais, como um hóspede cujo celular ficou sem bateria e teve de usar seu laptop para abrir a porta. "Estou tentando bolar um plano de reserva", disse ele. "Talvez eu deixe um carregador de celular na lanchonete da esquina".

Fonte: Oficina da net

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Lula presta solidariedade a fundador do WikiLeaks preso





Em discurso no evento de balanço de quatro anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou solidariedade ao fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange. Lula se disse espantado por "não haver nenhuma manifestação" contra a prisão do australiano, acusado de agressão sexual a duas mulheres, e contra as retaliações que tem sofrido após a divulgação de documentos secretos de diplomatas americanos.

"Em vez de culpar quem divulgou, deve se culpar quem escreveu. Então eu presto minha solidariedade ao fundador do WikiLeaks", afirmou Lula, que ainda criticou a imprensa por não defender o direito de livre expressão de Assange. "O rapaz do WikiLeaks foi preso e eu não estou vendo nenhum protesto contra a ameaça à liberdade de expressão", disse.

Lula é o primeiro líder internacional a se manifestar de forma veemente contra a prisão de Assange. O presidente deu a entender que, apesar de Assange ser acusado de estupro na Suécia, sua prisão está relacionada à divulgação de dados sigilosos dos Estados Unidos. "Aí aparece o tal de WikiLeaks, desnuda a diplomacia que parecia inatingível, a mais certa do mundo, e começa uma busca. Eu não sei se não colocaram cartazes como no faroeste, de 'Procura-se, vivo ou morto', mas prenderam o rapaz", afirmou.

Imprensa

Durante o evento, Lula comentou a relação da imprensa com seu governo ao longo dos oito anos de seus mandatos. "Nós resolvemos fazer uma coletiva a cada quatro meses (para divulgar os resultados do PAC). O governo (...) se desnudava diante da imprensa. Nunca houve censura, nunca houve pergunta proibida e nunca houve pergunta sem resposta. E, muitas vezes, as manchetes colocavam em dúvida o sucesso do PAC", disse.
"Eu tomei a decisão de não colocar prazo (para a conclusão das obras), porque se a gente erra por um dia, qual é a manchete? 'Lula fracassa'. 'Prometeu em um ano e entregou em um ano e um dia'", ironizou.

O presidente ainda fez um pedido para que os jornalistas viajassem pelo Brasil para ver o impacto de suas obras na qualidade de vida da população. "Eu queria que, quando eu deixasse a Presidência, a imprensa fizesse uma viagem que não fez durante o meu mandato. Que vocês fossem ao canal de São Francisco, que não fossem com olhar de jornalista, mas com olhar de brasileiro, para vocês perceberem o que significa aquela obra", sugeriu.

WikiLeaks

Assange, cujo site WikiLeaks está no centro de uma controvérsia mundial após ter divulgado documentos diplomáticos secretos dos Estados Unidos, se apresentou na última terça-feira ao tribunal de Londres, no Reino Unido, onde se entregou às autoridades em cumprimento de uma ordem de prisão sueca por suposto estupro.

Segundo o jornal americano The New York Times, as acusações a Assange são baseadas em encontros sexuais com duas mulheres. As relações, que começaram consentidas pelas envolvidas, acabaram não consentidas quando Assenge não quis mais usar camisinha. A Suécia expediu o primeiro mandado de prisão para Assange em 18 de novembro, mas a ação foi invalidada por um erro processual. Um novo mandado foi emitido em 2 de dezembro.

O crime de que ele está sendo acusado é o menos grave de três categorias de estupro. A pena máxima prevista é de quatro anos na prisão. O WikiLeaks, que despertou a fúria de Washington com suas publicações, prometeu continuar com a divulgação dos 250 mil documentos secretos obtidos.

Hackers lançam nova ferramenta nos ataques pró-WikiLeaks

A ferramenta usada pelo grupo "Anonymous" nos ataques a favor do WikiLeaks agora tem uma versão que roda direto do navegador. O JS LOIC é baseado em JavaScript e por isto não precisa ser instalado, bastando acessar uma página da web para colaborar com os ataques.

Além da facilidade de usar, o JS LOIC traz a vantagem de rodar em qualquer navegador moderno, incluindo os navegadores do iPhone e Android. Segundo Sean-Paul Correll, da Panda Security, o JS LOIC não é tão eficiente quanto a versão original, instalada na máquina, mas, por outro lado, abre a possibilidade de um número absurdamente maior de pessoas colaborarem com os ataques. Para os ativistas digitais, o conceito é até romântico: usar pequenos aparelhos celulares para atacar grandes sites.

O LOIC (Low Orbit Ion Cannon) é a ferramenta escolhida pelo grupo anônimo para derrubar sites usando a técnica de DDoS, e pode ser instalada em qualquer computador com Windows. Também há versões da "arma" em Java (e, portanto, multiplataforma) e específicas para Linux e Mac. Qualquer um pode baixar a versão em JavaScript e colocá-la em sua página da web.

Fonte: Terra

Força Aérea dos EUA quer fazer uma mosca-robô assassina

.
Pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas para melhorar a estabilização de vôo e navegação. Foto: You Tube/Reprodução
Pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas para melhorar a estabilização de voo e navegação dos MAVs.

A USAF, a Força Aérea dos Estados Unidos, está trabalhando em um projeto de desenvolvimento de robôs do tamanho de insetos, desenhados para missões de espionagem, reconhecimento e até assassinato.

Segundo o pronunciamento feito nesta quarta-feira pelo Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea - AFOSR, os engenheiros dos laboratórios da Califórnia irão aprender como construir pequenos robôs voadores - chamados de Micro Air Vehicules (MAVs) - que podem voar através de portas, aberturas e coberturas, conta o site The Register.

Para tanto, os pesquisadores estão analisando o comportamento das moscas em túneis com muitos obstáculos, buscando medidas para melhorar a estabilização de voo e navegação em veículos deste tamanho, explica o Dr. William Larkin, do AFOSR.

Para seguir as moscas durante seu voo, os pesquisadores construíram um sistema de rastreamento 3D, que tem o incrível desafio de localizar quase que instantaneamente os insetos dentro da arena de testes.
Ainda segundo o The Register, se os cientistas da USAF conseguirem compreender os mecanismos utilizados pelas moscas para se orientarem durante o voo, eles poderão utilizar as mesmas ideias para melhorar as manobras com os MAVs onde o sinal de GPS não chega.

 Fonte: Terra

Servidores do WikiLeaks estão "seguros" em bunker nuclear

 . Foto: AFP
Centro abriga milhares de servidores, sendo dois do WikiLeaks .

Talvez não haja melhor local para os servidores do WikiLeaks estarem hospedados: dentro de um bunker nuclear em Estocolmo, na Suécia. Discreto, do lado de fora só é possível ver uma pequena porta em uma montanha coberta por muita neve - uma paisagem comum para o país escandinavo. Dentro, porém, funciona a instalação Banhof, que lembra bastante um cenário de filme de ficção científica, como o de Jornada nas Estrelas.

A normalidade da Banhof acaba quando se entra no bunker. A porta da rua é quase um brinquedo. Ao ultrapassá-la, é necessária a permissão de entrada de portas de cristal altamente seguras a partir de senha ultrasecretas. Dentro da caverna, existem oito mil servidores. Deles, dois pertencem ao WikiLeaks. "Tudo o que vai para o mundo é criado por essas duas pequenas caixas", explicou o dono e fundador da Banhof, Jon Karlung, mostrando as instalações feitas na rocha. 

Banhof foi construída em meados dos anos 1940 em um bairo elegante da capital sueca como abrigo nuclear durante a Guerra Fria. Na época, ele foi batizado informalmente de "pionen" (peônia). Em 2007, quando Karlung tomou posse do local, mais de 4 mil metros cúbicos de rocha precisaram ser dinamitados para que a caverna suportasse o número de servidores existentes hoje.

De acordo com Karlung, o WikiLeaks é tratado como qualquer outro cliente. "Eles devem pagar suas contas e o conteúdo deve ser legal na Suécia", explicou. Ainda sobre a legalidade dos serviços prestados, Karlung contou ao repórter da BBC que não teme a possível ira norte-americana por manter uma instalação que guarda este tipo de informação. "Nosso papel é manter o serviço ativo. Estamos na Suécia, este serviço é legal na Suécia e temos que servir o nosso cliente", declarou. "Devemos fazer tudo o que está em nossas mãos para manter o serviço funcionando. Acredito na liberdade de expressão", acrescentou.

Sobre a onda de ataques que simpatizantes do WikiLeaks têm promovido a diversas companhias no mundo, Karlung afirmou que, pelo menos até o momento, Banhof não foi alvo de retaliação. "Não recebemos nenhum ataque direto. Nós observamos efeitos ligados a outros ataques, mas nenhum visando nossa instalação ou os serviços relacionados", explicou, lembrando que o WikiLeaks não confiou todos os seus arquivos em um único bunker de servidores - mesmo que ele pareça fazer parte de outro mundo.
Com informações das agências AFP e BBC.

Fonte: Terra

Steve Jobs, o CEO da década

Steve Jobs, eleito o melhor CEO (Chefe Executivo Oficial) da década pelo site MarketWatch – ligado ao Wall Street Journal. Existem três palavras que podem ser relacionada a Steve; Expansão, Revolução e Inovação.

Conforme o site, informou que Jobs foi homenageado devido ao trabalho desenvolvido na última década à frente da Empresa Apple, tempo no qual tirou a empresa de uma possível queda no mercado, fazendo assim uma revolução e inovando o setor tecnológico móvel com produtos como Ipod e o iTunes.

Para escolher o CEO do ano, a MarketWatch considerou, os impactos que a gestão dos executivos tiveram sobre os funcionários e ações da empresa, entre outras coisas, estão também a analise sobre os impactos sobre investidores.

Jobs venceu nomes como: Jeff Bezos da Amazon, Howard Schultz da Starbucks, Eric Schmidt do Google e Tim Solso, da Cummins.

Sobre Jobs:
Steven Paul Jobs, mais conhecido como Steve Jobs (San  Francisco, 24 de fevereiro de 1955) é um empresário estadunidense co-fundador das empresas de informática Apple Inc e NeXT. Criou alta notoriedade em torno de seu nome por levar a cabo uma política industrial que valoriza a inovação e o design de seus produtos.


Fonte: oficina da net

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Professor dos EUA implanta câmera atrás da cabeça

Câmera implantada atrás da cabeça do professor irá documentar um ano da sua vida. Foto: AP
Câmera implantada atrás da cabeça do professor irá documentar um ano da sua vida.

O professor da Universidade de Nova York que pretendia implantar uma câmera na nuca já realizou a cirurgia, segundo o site Pop Sci. Wafaa Bilal, professor da Escola de Artes da Universidade, realizou a cirurgia como parte de uma exposição de arte dinâmica chamada de The 3rd I, que, em inglês significa literalmente "o terceiro eu", mas foneticamente quer dizer "o terceiro olho".

A câmera implantada atrás da cabeça do professor irá documentar um ano da sua vida, enviando imagens a cada 60 segundos para monitores no museu Mathaf (Museu Árabe de Arte Moderna), no Catar. Para proteger a privacidade dos seus alunos, uma tampa irá cobrir a câmera durante as aulas.

O professor disse à AP que o projeto levantará "importantes questões sociais, estéticas, políticas, tecnológicas e artísticas". Segundo ele, o projeto representa "as coisas que não vemos ou deixamos para trás".

Fonte:Terra

Licença do Avast para 14 pessoas foi usada em 770 mil PCs

Uma licença paga do Avast, vendida para uma empresa do Arizona (com 14 funcionários), acabou por se espalhar em 774.651 computadores em mais de 200 países. Segundo a própria Avast, o software se tornou "viral" através de um site de compartilhamento de arquivos.

A empresa notou que a licença paga de seu software de segurança estava sendo distribuído online. Porém, ao invés de acabar com a pirataria, a Avast resolveu conferir até onde iria se espalhar aquela licença de apenas 14 pessoas.

O resultado foi que, após um ano e meio, quase um milhão de usuários se utilizaram desta licença para que seus computadores tivessem a proteção extra, não oferecida na versão gratuita do antivírus. Os usuários "pirateadores" pertencem a mais de 200 países, e foi instalado em até mesmo dois computadores da cidade do Vaticano.

O executivo-chefe da Avast, Vince Steckler comenta que "é um paradoxo nos usuários de computadores, que procuram por antivírus gratuitos, porém em locais com a reconhecida reputação de espalhar malwares".
Apesar do interesse em visualizar até onde a licença pirateada iria, agora é hora de adquirir a licença pelos canais corretos. A empresa está enviando para os usuários que se utilizaram da licença um aviso em pop-up comentando sobre o assunto e enviando um link para que se adquira a versão oficial daquele serviço.

Por enquanto, os executivos da Avast afirmam que não sabem a quantidade de usuários que realmente acatou a oferta do pop-up, mas comentam que tudo está indo "de acordo com o plano". Além disso, foi pedido para a empresa do Arizona manter suas licenças em segurança.

Fonte:Terra

Google lança loja de aplicativos "Chrome Store"

O Google revelou sua nova loja online de games, notícias e outros aplicativos nesta terça-feira, como parte da estratégia para conquistar uma participação maior na nova geração de mídia e entretenimento da Internet. 

A produtora de games Electronic Arts fez uma demonstração de um jogo que estará disponível na "Chrome Store", que será inaugurada em breve. A loja virtual também venderá aplicativos de notícias do jornal New York Times e da National Public Radio. 

Executivos do Google disseram em coletiva em San Francisco que o navegador Chrome já tem 120 milhões de usuários. Em maio, o browser do Google contava com apenas 70 milhões de usuários. 

A Apple afirmou em outubro que também iria abrir uma loja virtual de aplicativos para seus computadores Macintosh, em busca de replicar o sucesso da "app store" para o iPhone. O site deve ser lançado no começo do ano que vem. 

(Reportagem de Alexei Oreskovic)

Fonte:Terra

EUA: Google fecha acordo de computação em nuvem com governo

O Google fechou um contrato com o governo norte-americano na semana passada que, segundo a companhia, ajudará a superar a rival Microsoft na corrida para levar agências governamentais para a computação em nuvem. 

A Administração de Serviços Gerais do governo dos Estados Unidos firmou contrato de cinco anos por US$ 6,7 milhões com o Google e a Unisys. Embora o valor do contrato seja relativamente baixo, garante ao líder de buscas na internet uma posição forte. 

Como parte do acordo, o Google e a Unisys irão cuidar da transição da Administração ¿ que funciona como um escritório de bastidores para agências federais ¿ para uma plataforma baseada na Web (em nuvem) que inclui os serviços Gmail, Google Calendar, Google Docs e Google Sites. 

A Administração é a primeira agência federal do governo norte-americano a realizar transição total para computação em nuvem. Por meio da computação em nuvem, os programas são disponibilizados no navegador, permitindo acesso a informações a qualquer hora e a partir de qualquer lugar.

Fonte:Terra

Quase 800 sites pelo mundo já hospedam cópias do WikiLeaks

Após o cancelamento da hospedagem da Amazon e do endereço pelo EveryDNS, o WikiLeaks convocou os ativistas a criarem "espelhos" do site a fim de evitar que um único servidor pudesse retirar as informações da internet. A resposta veio rapidamente, e a contagem oficial desta manhã já soma 784 "mirrors" espalhados pelo mundo.

Para ajudar na empreitada, é preciso ter acesso a um servidor web baseado em UNIX (ou similares, como o Linux), e então seguir as instruções disponíveis na página do WikiLeaks (http://j.mp/fkII1O).

Depois de configurado, o novo espelho do WikiLeaks será atualizado automaticamente pela equipe da agência de notícias, sem necessidade de outra intervenção de quem está hospedando os dados.

A estratégia de "guerrilha virtual" auxilia na rápida disseminação dos dados e torna extremamente difícil a "contenção" dos vazamentos, em especial por meios jurídicos, já que a informação se espalha quase imediatamente por diversos países.

Na lista oficial mantida pelo WikiLeaks, há somente um domínio brasileiro, o wikileaks.brunogola.com.br. Mas é possível que endereços sem o ".br" no final redirecionem para servidores localizados no Brasil.

Fonte: Terra

Vírus falsifica cadeado de certificação para roubar senhas

Novo malware explora uma vulnerabilidade do Java para invadir os computadores. Foto: Reprodução
Novo malware explora uma vulnerabilidade do Java para invadir os computadores.

Ana Paula Sedrez de Souza Pereira
O pesquisador brasileiro da Kaspersky, Fábio Assolini, identificou um novo vírus com a capacidade de falsificar a identificação SSL, o certificado mostrado como um "cadeado" ao acessar uma página. Este ícone costuma representar um site que conta com o selo de "seguro", fornecido por uma autoridade neste quesito.

O SSL
Para entender melhor, veja de maneira rápida como funciona o certificado SSL. Quando um navegador (independente de qual seja: Firefox, Internet Explorer, Opera, Chrome, etc.) acessa uma URL da internet que possui identificação como sendo "segura", ele solicita o envio do Certificado Digital.

Em seguida, ele checa três informações: se o certificado enviado é confiável, se ele é válido e se está relacionado com o site que o enviou. Uma vez checadas estas informações, as mensagens são trocadas. Inclusive é daí que vem a simbologia do cadeado, pois há a "abertura" de uma chave pública previamente criptografada por uma privada (simétrica).

Como o vírus age

Como não é possível "duplicar" um certificado digital ou conseguir uma segunda assinatura para um mesmo endereço, o malware (que ainda não possui um nome específico) instala uma "autoridade certificadora". Dessa forma, no processo de resposta, ele informa ao navegador que o site é seguro, inclusive enviando as informações do certificado.

Assim, os programadores maliciosos por trás do malware conseguem reproduzir uma certificação que já existe, autenticada da maneira como seria por uma autoridade confiável. Como para o browser tudo está da maneira correta, ele acredita na certificação falsa e não envia um alerta ao usuário.

A partir da conclusão do ataque, sempre que o usuário acessar uma página de banco ou email com o cadeado de segurança pode ser redirecionado para um site falso. Isso faz com que as informações privadas (como senhas) possam ser decodificadas por um terceiro e roubadas.

Fique de olho em atualizações do Java

O especialista da Kaspersky também observou que o malware utiliza applets do próprio Java (em uma versão que esteja vulnerável) para invadir e instalar-se no computador. Adicionalmente, para garantir sua permanência no sistema, ele instala um driver malicioso que impeça sua remoção por meio de ferramentas apropriadas.

Ao mesmo tempo, ele retira uma chave presente nos registros que notifica o usuário que há novas atualizações para o Java. Desta maneira, ele garante que a versão vulnerável permaneça em seu computador enquanto apaga os softwares de segurança padrão (certificações de bancos e outras).

Formas de prevenção

Uma maneira de identificar um certificado falso é solicitando as informações de certificação digital quando o navegador acessar uma página com o cadeado. Como a certificação apresentada pelo malware é falsa, o campo "Emitido por" pode aparecer com o endereço da própria página em vez da autoridade apropriada, por exemplo.

Certificação correta

Lembre-se de que esta vulnerabilidade não é dos protocolos de segurança do cadeado, mas sim um vírus que "instala" uma certificação falsa. Também valem as dicas de sempre: mantenha seu antivírus e outras ferramentas de segurança sempre atualizadas.

Mantenha atenção também sobre as atualizações do Java, Uma vez que o malware se utiliza de applets específicas para entrar.

Fonte: Terra

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Novo grupo de empresas tem até 1 de dezembro para aderir a NF-e



As empresas que realizam transações comerciais com órgãos da administração pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, direta ou indiretamente, bem como aquelas que trabalham com comércio exterior, e mantém operações de importação ou exportação, têm até o dia 1º de dezembro para aderir à NF-e (Nota Fiscal Eletrônica). A relação inclui ainda os fornecedores de produtos e serviços para clientes de outros Estados.

De acordo com o conselheiro do CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo) Júlio Linuesa Perez as Sefaz (Secretarias das Fazendas) já começaram a multar algumas empresas que estão obrigadas a emitir o documento, mas ainda não providenciaram a adequação. “Muito se fala em Nota Fiscal Eletrônica, porém vários empresários ainda pensam que o assunto é algo distante para sua realidade. Apesar de mais de 5 anos (Ajuste Sinief nº 7/2005) da legislação que estabelece à NF-e, algumas empresas descobriram a obrigação após receberem multas”, afirma.

A NF-e foi imposta para vários segmentos empresariais por meio do Protocolo ICMS nº 42, de 3 julho de 2009. No documento, há uma lista de CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). “Os empresários devem checar se pelo menos um dos códigos de suas atividades, que constam no Contrato Social , mesmo que não exercidas, obriga sua firma a utilizar a Nota”, diz, explicando que uma vez que a empresa está obrigada a utilizar a NF-e, não poderá mais utilizar a Nota Fiscal modelo 1 ou 1A, em papel, exceto nas vendas realizadas fora do estabelecimento. “Vender com a Nota convencional é o mesmo que vender sem Nota Fiscal”, observa.

Até o final deste ano, 1 milhão de empresas devem começar a emitir a NF-e nas transações entre si e para a obtenção de créditos no Fisco. A Nota Fiscal Eletrônica modelo 55 é um documento digital, emitido e armazenado, que registra as operações de circulação de mercadorias e prestação de serviços sujeitas ao ICMS entre as empresas.

Obrigação
A partir de 1º de dezembro de 2010 devem aderir a Nota Fiscal Eletrônica as empresas que realizarem operações destinadas à Administração Pública direta ou indiretamente, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, como prefeituras, conselhos, Correios, Ibama, Funai, Incra, Funasa; as que trabalham com geração, distribuição e transmissão de energia elétrica; os depósitos de mercadorias para terceiros; e os serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive as centrais de chamada. Além dessas, estão inclusas na obrigação as atividades de rádio, televisão aberta e televisão por assinatura; os serviços de redes de transporte de telecomunicações e de comunicação multimídia; telefonia celular móvel; as agências de notícias e de publicidade; e as atividades de monitoramento de segurança; entre outras.

O conselheiro do CRC SP Julio Linuesa Perez esclarece que todos os contribuintes do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), ainda que sejam optantes do regime tributário Simples Nacional, de todos os Estados e do Distrito Federal, desde que obrigados a NF-e, precisam se adequar ao novo modelo de Nota. Para ele, apesar de modificar a cultura de muitos anos que a nota era impressa, a implantação da nota eletrônica é um processo simples, mas não se faz de forma automática. 

“Para implementá-la, as empresas devem adquirir um certificado digital, que pode exigir uma validação presencial. Além disso, as Secretarias da Fazenda exigem um prazo para fazer o credenciamento do emissor da Nota”.

Perez salienta que hoje, a maior preocupação das Pessoas Jurídicas é sobre a validação dos dados que são transmitidos ao Fisco, “afinal, com a nota em papel, quando alguma informação não estava de acordo, o problema só seria detectado após uma fiscalização, enquanto com a NF-e, os dados são validados em tempo real e informados ao emissor automaticamente. É importante ressaltar que os erros relacionados ao cálculo do imposto não são validados pela Sefaz no ato da emissão da NF-e”.

Brasil no topo de vendas de Smartphones

 
Uma pesquisa brasileira revelou que o Brasil é o país que mais procura smartphones na América Latina. O levantamento, realizado pela Marco Consultoria, também analisou os mercados da Argentina, Chile e México.  Antes, o smartphone estava restrito ao mercado corporativo, porém está ganhando espaço no mercado brasileiro, sendo o campeão de vendas.

A partir dos dados oferecidos pela Marco Consultoria, empresa especializada em desenvolvimento e implementação de serviço de marketing, dos 815 celulares disponíveis, 60% correspondem ao multimídia, isto é, que possuem câmera fotográfica, reproduzem música e vídeo, e os smartphones representam 35% dos aparelhos a venda. Em cada país, o resultado é bastante diferente. O Brasil  é líder de venda de smartphones, o Chile lidera a venda de celulares multimídia, com 77% e 12% apenas de venda de smartphones.

O Brasil, dentre os países que fizeram parte do levantamento, vende o smartphone mais caro, custando em média US$852, o que equivale em reais, R$1,499,00. O Chile, por sua vez,  possui  o smartphone mais barato, em média, US$426.

Deste  modo, o consumidor brasileiro é o que paga mais caro para ter um smartphone na América Latina, mesmo sendo líder de consumo.

Considerando a média de salário de cada país envolvido, o brasileiro precisa de 1,08 salário para adquirir um smartphone. A Argentina, um índice mais elevado, 1,11%. O Chile então, representa  0,59 do salário médio.

O motivo do valor mais elevado no Brasil não é novidade, a carga tributária, menos competividade e até mesmo questão  cultural. Celulares inteligentes são ainda considerados símbolo de status no país, segundo constou a consultoria. Apesar de tudo,  o valor elevado não interfere na escolha dos consumidores do Brasil, o smartphone continua sendo líder em vendas. Ele é muito procurado por ter semelhanças a um computador.

Fonte: Oficina da net

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Skyfire, browser que suporta Flash, não durou nem 5 horas na AppStore

Skyfire, browser que suporta Flash, não durou nem 5 horas na AppStore

App foi retirado da App Store pelo fato dos servidores da Skyfire Labs não aguentarem tamanha procura
 

A esperada versão do browser Skyfire para iPhone que oferece suporte a conteúdo em Flash foi disponibilizada ontem na App Store e, desde ontem, muitos usuários já fizeram o download do aplicativo - o suficiente para ele desaparecer da loja de aplicativos do iPhone em cinco horas.
Para exibir vídeos em Flash, o navegador converte em tempo real do formato para o HTML5, fazendo assim com que o conteúdo seja compatível com o iOS.
O aplicativo teve tamanha procura por usuários de dispositivos da Apple que os servidores da Skyfire Labs, a  empresa que comercializa o app, não aguentariam a demanda e por isso, teve que retirar o aplicativo do ar. Por enquanto, a empresa está aumentando a capacidade dos servidores e um novo lote para downloads estará disponível em breve.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quem quer pesquisar tsunamis neste centro futurista na Indonésia?





Como já estive em Bali algumas vezes, eu posso dizer sem medo que esse conceito de centro de estudos marítimos está anos luz à frente de praticamente toda a arquitetura da cidade. Mesmo assim, a próxima foto mostra o encontro da beleza do novo e do antigo:


O escritório Solus4 colocou seu conceito num concurso de design na Indonésia, criando um centro de pesquisas marítimas (colocado a 150 metros da popular praia de Kuta) que teria foco em estudo de tsunamis – especificamente, tendo informações mais adiantas sobre eles, mostrando as sequelas e preocupações que o desastre de 2004 ainda cria.
O centro não seria dominado apenas por laboratórios, mas também teria quartos para seus trabalhadores e até uma piscina com água do mar. Você deve estar se perguntando por que eles precisariam de uma piscina se um mar lindo estará sempre ali, mas eu também gostei da proposta de uma biblioteca com jardim aquático.

Forças Armadas dos EUA desenvolvem inteligência artificial

O Skynet é um tipo de inteligência artificial que opera em uma rede, composta de robôs e sistemas de computador. Foto: Geek/Reprodução
O Skynet é um tipo de inteligência artificial que opera em uma rede, composta de robôs e sistemas de computador.

Para os mais apreensivos - ou medrosos - em relação à evolução acelerada que a robótica e inteligência artificial estão tendo, os militares norte-americanos têm uma novidade para dar ainda mais calafrios: eles criaram uma rede que pode ser capaz de realizar análise de dados e percepção sensorial, com processamento visual, acústico e classificação de objetos ou atividades. É a chamada Skynet.

Para quem não lembra, no filme Exterminador do Futuro, um androide com habilidades militares foi enviado ao passado para dar fim à vida de um garoto, que posteriormente seria o principal responsável por uma revolta contra as máquinas. Quem articula esta incursão assassina é na verdade a Skynet, um tipo de inteligência artificial que opera em uma rede, composta de robôs e sistemas de computador. Por acaso, a Skynet voltou-se contra seus criadores, os humanos.

Segundo o site TGDaily, esta mini-Skynet tem como objetivo expandir e sofisticar as capacidades de análise em situações de perigo. Por mais que os soldados sejam profissionais altamente treinados, eles são humanos e suscetíveis a falhas.

Uma vez que computadores e robôs e possuem um poder de processamento de informação muito mais avançado que o cérebro humano, usar este tipo de tecnologia se tornou uma alternativa interessante às forças armadas. Tony Falcone, porta-voz da DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency, algo como Agência de Pesquisa e Projetos Avançados de Defesa), disse que, apesar dos desafios que um projeto desses representa, a rede neural proposta pode dar às máquinas um poder de aprendizado nunca visto antes.
Tudo ainda está em testes, mas trata-se, de fato, de um estudo ousado. "Temos muito trabalho pela frente. Para se ter uma ideia, o sistema ótico humano utiliza seis camadas de processament o cortical, além de todos os pré-processamentos realizados pela retina. Conseguiremos os mesmos resultados, ou melhores, com duas ou três camadas computacionais", afirmou Falcone.

"Um aprendizado tão profundo não pode ser feito com um programa biomimético (que utiliza a simulação e repetição de padrões e processos pré-estabelecidos), mas acreditamos que os sistemas biológicos apresentam uma economia de complexidade, porém temos que ir mais a fundo e ter mais camadas. Estamos apenas começando a entender como fazer isso", completou.

De fato, como observa o porta-voz, o chamado "Deep Learning" poderá permitir, com a utilização de uma rede neural bem treinada, a obtenção de um nível "humano ou melhor que isso" em processos de análise de vídeo e outros tipos de sensores.

No fundo, todo esse aprendizado deve permitir aos comandantes tomadas de decisões mais corretas, de forma mais rápida e mais precisa. Vale lembrar que, em uma rede neural, inclusive na humana, sabe-se qual informação começa a ser processada, mas todo resultado desta análise é uma surpresa. Ninguém sabe o que acontece no meio do caminho, e as respostas obtidas vão sendo classificadas em novos padrões de comportamento.

Resta saber se estes especialistas estão preocupados em desenvolver medidas de contingência, caso alguns destes robôs passe a ter um comportamento, digamos, inadequado.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

São Paulo terá a maior Apple Shop da América Latina

Espaço de 200m² é totalmente focado nos conceitos da Apple. Foto: Divulgação
Espaço de 200m² é totalmente focado nos conceitos da Apple

   A maior Apple Shop da América Latina será inaugurado nesta sexta-feira em São Paulo. O espaço de 200m² abre as portas na Fnac Morumbi, no Shopping Morumbi.

   O espaço é totalmente focado nos conceitos da Apple e disponibiliza toda a linha de produtos para uso doméstico ou profissional, inclusive iPad e toda a família iPod. Também estão disponíveis produtos de outras empresas que maximizam a experiência com computadores Apple, segundo a Fnac.

   Os Apple Shops também oferecem demonstrações especiais das soluções Apple e de seus produtos, além de eventos e workshops, que acontecem em uma área especial com um balcão de bar com bancos e grande tela plana.

China lança site para competir com Google Earth

Site foi projetado para competir com o Google Earth. Foto: Reprodução

    Um órgão do governo chinês lançou um serviço de mapeamento via satélite, criado para concorrer com o popular serviço de mapeamento via satélite do Google Earth, o que pode representar novos problemas para as operações do Google na China continental.

   O Google e a China estão em conflito desde o ano passado, quando um sério ataque de hackers originário do país asiático levou o Google a fechar seu serviço de busca em chinês na China continental. O Map World foi lançado pelo Serviço Estatal de Agrimensura e Mapamento nesta quinta-feira, e está disponível em www.tianditu.cn. A página está em chinês, mas usuários do browser Chrome, do Google, conseguem traduzir grande parte dos comandos. A homepage oferece uma vista em larga escala da Grande Muralha da China, encimada por nuvens em forma de continentes. 

   O Google não solicitou licença para operar um serviço de mapeamento online na China, informou um jornal chinês, mas o serviço de mapeamento do Google está acessível nos computadores da China continental. Regras criadas em maio pelo serviço de mapeamento dispunham que empresas oferecendo serviços online de mapeamento e localização precisariam solicitar licença. Para fazê-lo, os servidores usados para os mapas teriam de estar localizados no país. 

   O Google informou na época que estava avaliando as novas regras, criadas para permitir que a China bloqueie os serviços de fornecedores que não se qualifiquem para uma licença. O serviço de vídeos YouTube e o de fotos Picasa, controlados pelo Google, estão bloqueados na China, e o pacote de programas online de editoração de documentos às vezes é difícil de acessar no país. As buscas originadas na China são agora direcionadas ao serviço de buscas do Google em Hong Kong. O Google não opera servidores na China continental. 

   Algumas das imagens em alta resolução do Map World sobre o centro de Pequim parecem ter sido obtidas em 1º de outubro de 2009, quando as ruas foram esvaziadas para o desfile militar e alegórico do Dia Nacional da China, que pode ser visto nas ruas. 

   O Map World só oferece imagens de altitude elevada, fora da China, e o outro lado da fronteira entre a China e a Coreia do Norte revela uma área branca depois que certa resolução é atingida. Outros países também apresentam telas em branco para as resoluções mais elevadas. 

   Taiwan, que a China define como província traidora, não pode ser vista na mesma resolução que a China continental. Na China, serviços de mapeamento continuam sujeitos a normas estatais de sigilo, o que cria problemas para mineradoras, já que mapas de alta resolução sobre jazidas não estão disponíveis, e também para simples turistas. 

Fonte: Terra.com

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

RJ: identidade com chip será distribuída a 100 mil em dezembro

A nova Carteira de Identidade Nacional. Foto: Divulgação
O Rio de Janeiro foi o Estado escolhido para a implantação do projeto piloto do Registro de Identidade Civil (RIC), desenvolvido pelo Ministério da Justiça. O novo documento tem o formato de um cartão de crédito e terá um chip, que conterá diversos dados do cidadão, como altura, impressão digital, prontuário eletrônico, entre outros.

O Rio de Janeiro foi o Estado escolhido para a implantação do projeto piloto do Registro de Identidade Civil (RIC), desenvolvido pelo Ministério da Justiça. O novo documento tem o formato de um cartão de crédito e terá um chip, que conterá diversos dados do cidadão, como altura, impressão digital, prontuário eletrônico, entre outros.



O Rio de Janeiro foi o Estado escolhido para a implantação do projeto piloto do Registro de Identidade Civil (RIC), desenvolvido pelo Ministério da Justiça. O novo documento tem o formato de um cartão de crédito e terá um chip, que conterá diversos dados do cidadão, como altura, impressão digital, prontuário eletrônico, entre outros.

Os primeiros 100 mil cartões devem ser expedidos, a partir de dezembro, pela Casa da Moeda. A nova carteira de identidade nacional não substituirá documentos como CPF, Título de Eleitor e Passaporte, mas terá o mesmo registro em todos os institutos de identificação estaduais do país.

A iniciativa será coordenada pela Secretaria de Estado da Casa Civil e terá também a participação do Proderj (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro), que dará suporte à rede de integração tecnológica.

O governo do Rio de Janeiro terá o prazo de um ano para iniciar o cadastramento e a implementação do documento no Estado. A base de dados será fornecida pelo Detran/RJ, que já desenvolve um trabalho de captação de informações biométricas e utiliza o mesmo cadastro de identificação eletrônica adotado pela Polícia Federal, com cerca de oito milhões de pessoas cadastradas.

"Mais do que um documento integrado, o RIC será um meio de inclusão e de cidadania, porque vai permitir a interface entre diferentes serviços do governo", explica o presidente do Detran/RJ, Fernando Avelino.

De acordo com o diretor do Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal, Marcos Elias de Araújo, os avanços tecnológicos do estado nos últimos anos potencializaram a indicação do Rio para o desenvolvimento do projeto.

"O Rio de Janeiro tem um dos melhores parques tecnológicos do Brasil e todas as condições de atender às demandas do projeto de forma eficiente e acelerada", afirma Araújo.

Além do Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal também foram escolhidos para implantar o projeto piloto. Iniciativas semelhantes ao RIC já funcionam em países como Portugal, Áustria, Bélgica e Suécia.