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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Kinect hack permite jogar no PC

Lógico que o Kinect é revolucionário e eu já estou tentando comprá-lo, pena que aqui me Fortaleza não tem para vender a menos que você fique em uma fila de reserva imensa. Mas jogar Mário nele é o cúmulo é? Tem games que queremos jogar todo esparramado no sofá ou na cama mesmo hehehehe.

Nesse vídeo tem uma amostra de um hack que permite utilizar o Kinect como periférico do PC. O legal é que a Microsoft já caiu na real e no lugar de banir os hacks (pelo menos por enquanto) está desenvolvendo uma interface oficial para que possamos utilizá-lo no PC.



Fuja dos ladrões virtuais nesse fim de ano

Enquanto os consumidores procuram os melhores negócios das lojas online para iniciarem as suas compras de final de ano, os criminosos cibernéticos estão procurando "faturar alto" - roubando informações pessoais e financeiras dos compradores. Este ano, os ladrões cibernéticos começaram cedo e a Norton acredita que eles seguirão com seus golpes criminosos de final de ano.

A Norton observou mensagens de spam nos EUA promovendo réplicas de relógios, produtos de saúde, vale-presentes gratuitos e outras ofertas falsas de produtos para o Natal com os seguintes assuntos:
Corra e adquira antes do Natal
No momento exato para o Natal - relógios baratos
Olá XXX, ganhe um desconto de 70% no Natal



À medida em que os dias de ofertas especiais no varejo e lojas online como Black Friday e Cyber Monday, se aproximam nos EUA, a maioria das mensagens de spam disseminadas mundialmente recorre ao atrativo de incentivar usuários a adquirir produtos antecipadamente, em função do estoque limitado ou para obter os melhores negócios. Porém, ao clicar nos links das mensagens de e-mail, os compradores potenciais são direcionados para websites falsos que vendem réplicas de relógios, para uma farmácia online ou outros sites oferecendo produtos falsos. Alguns dos golpes online mais comuns e que a Norton espera este ano são as ameaças online mascaradas como e-mails de tema natalino e promoções de produtos falsos, levando os compradores a fornecer os dados do seu cartão de crédito.

De acordo com o Relatório de Crimes Cibernéticos da Norton de 2010, 65% dos usuários de internet no mundo todo já foram vítimas de crimes online - o Brasil ocupava a segunda posição, atingindo 73%. Entretanto, tomando precauções simples, os consumidores podem garantir que seu final de ano esteja livre de spams, vírus e golpes.

Não presenteie esses criminosos cibernéticos este ano - siga as dicas abaixo para certificar-se de que a sua família está protegida nesta época de festas.

1. Se for bom demais para ser verdade, provavelmente é uma mentira - ao pesquisar os melhores preços na Web, tome cuidado com as ofertas que são absurdamente baratas e fantásticas. A loja online pode ser falsa para roubar as informações do seu cartão de crédito ou simplesmente para receber o seu pagamento e nunca entregar o produto. Tenha como base os nomes de empresas renomadas ou considere a opinião de pessoas próximas a você.

2. Verifique a fatura do seu cartão de crédito - confira a sua fatura em aberto da empresa de cartão de crédito procurando transações estranhas ou configure o recebimento de alertas de SMS se qualquer compra acima de R$ 50,00 for efetuada.

3. Você não utiliza o número de telefone celular de um estranho para acessar o serviço bancário online, então por que utilizaria o PC de um estranho para fazer compras online? - utilize um computador de um local - sua residência ou uma LAN house - em que você confia para realizar a compra online. Não forneça os números do seu cartão de crédito ou informações pessoais em máquinas que poderão estar comprometidas por ameaças virtuais que roubarão as suas informações.

4. Certifique-se de que o seu final de ano seja repleto de alegria, não de medo - Se você receber um e-mail suspeito - seja uma oferta de companhia aérea conhecida, de uma empresa de varejo online ou contendo erros gramaticais - exclua a mensagem. Ele poderá ser um spam tentando ludibriá-lo a baixar um vírus ou fornecer suas informações pessoais.

5. Utilize indícios visuais para identificar websites seguros -Percorra toda a página web procurando uma marca segura, como oVeriSign Trusted Seal. Essas marcas demonstram que autoridades confiáveis tomaram medidas abrangentes para certificar aspectos como segurança, ética de negócios online ou normas de privacidade de clientes.

6. Não permita que vírus transformem suas compras de final de ano em dívidas sem presentes - Utilize um software de segurança online de confiança, como o Norton Internet Security 2011, para certificar-se de que o seu sistema está protegido contra ameaças online. O Norton Safe Web Lite, uma ferramenta online gratuita, também pode ajudar a identificar websites arriscados conforme você faz compras.

Fonte: B2B Magazine

sábado, 27 de novembro de 2010

Por que as baterias morrem?



Dentro de cada gadget há uma bomba relógio. Em dois anos, talvez três ou quatro, ela vai "explodir" de certa forma, tornando o seu gadget inútil. Talvez de maneira permanente. Estamos falando das malditas baterias. 

O conceito da morte da bateria está entranhado na psique de qualquer comprador, mesmo que ele não saiba.

Assim como a parte de software de um computador sempre parece ficar cada vez mais lenta, ou um telefone misteriosamente vai acumulando arranhões sabe-se lá de onde, a marcha lenta e inevitável das baterias em direção à inutilidade é simplesmente um processo natural da relação conturbada dos gadgets com o tempo. Mas de quem, ou do que, é a culpa? É claro que as empresas que fazem e vendem as baterias têm a sua parcela de culpa, mas quer saber? Nós também temos.

Como funcionam as baterias recarregáveis?

Quando falamos sobre baterias recarregáveis em gadgets, quase sempre estamos falando de baterias de lítio-íon, ou algo bem similar. 

Em resumo, as baterias de li-íon funcionam assim: um eletrodo positivo (catódio), feito de lítio não-metálico, é conectado a um eletrodo negativo (anódio) feito de carbono. Carregar uma bateria consiste em repelir os íons (átomos com carga elétrica) do catódio de lítio para o anódio de carbono, onde eles se depositam. O desprendimento posterior destes íons — mais especificamente, a corrente causada pelo fluxo deles de volta ao catódio de lítio — é a origem da energia que o seu notebook ou celular usa. 

No fundo, esse é um processo químico. Carga e descarga são reações químicas, e a passagem dos íons de catódio para anódio, ou vice-versa, representa uma mudança fundamental na constituição de cada um. 

Virtualmente todos os outros tipos de baterias funcionam sob os mesmos princípios físicos. As baterias de lítio-íon são apenas as que passaram por mais estudos de uso em eletrônicos de consumo. Elas são leves, compactas, seguram carga pra caramba e, mais importante, podem ser recarregadas centenas de vezes antes sofrer uma deterioração significativa. Elas têm vidas longas. Mas não infinitas. 

Por que elas morrem

A morte das baterias se inicia no momento em que elas saem da fábrica. É inevitável e irreversível, e em baterias de lítio-íon, pode destruir mesmo uma bateria raramente usada e moderadamente carregada em poucos anos. Com o uso (e abuso) constante, o tempo de vida de uma bateria de lítio-íon pode ser menor do que dois anos — ou menos, se definirmos morte como a perda de um terço da sua capacidade. Sabendo que as baterias funcionam graças a um processo químico, é natural esperar alguma degradação. Afinal, nenhuma reação química é perfeita, e todas resultam em algum tipo de perda de energia, frequentemente produzindo resultados ou substâncias indesejadas. Com as baterias, não é diferente.

"À medida que as baterias envelhecem, surgem obstáculos que reduzem o fluxo de íons, eventualmente tornando-as inutilizáveis", diz Isidor Buchman, Presidente da Cadex, uma empresa de diagnóstico e análise de baterias. "Há certos acúmulos que ocorrem nos eletrodos e inibem este fluxo", diz ele. Isso resulta em um declínio constante no desempenho. 

Ele está falando, basicamente, da degradação gradual dos catódios — a parte do lítio — por causa das mudanças químicas lentas e inevitáveis. A adição e subtração repetida de íons acaba alterando a própria estrutura do lítio, tornando-o menos receptivo a futuras trocas — como um pano que foi encharcado e torcido algumas centenas de vezes mais do que deveria. A bateria se torna um trapo, molecularmente falando. 



O que é mais destrutivo é o fato das repetidas e constantes reações químicas dentro da bateria deixarem metal dissolvido nos catódios e, em menor escala, também no anódio. Isso pode eventualmente formar uma espécie de cobertura metalizada indesejada em ambos.

Além disso, os eletrólitos na bateria têm tendência a se decompor. Se oxidam no catódio, deixando algo como ferrugem no caminho dos íons que estão tentando saltar de lá para cá. Uma ocorrência paralela comum a este fenômeno é a corrosão, e os seus efeitos são profundos: a bateria resultante, com seus eletrodos cansados, eletrólitos quebrados e superfícies corroídas, é a figura do envelhecimento. Ela agora é extremamente terrível ma tarefa de ser uma bateria. 

Buchman diz que este processo é uma parte inerente da tecnologia atual de baterias, mas que não precisa necessariamente ser tão ruim. "O consumidor não quer pagar muito. As baterias precisam ser baratas. E elas precisam de bastante tempo entre uma recarga e outra. Em um celular ou notebook, isso é importante." São os nossos hábitos e exigências, enquanto consumidores, que, segundo ele, praticamente dão carta branca para que os fabricantes nos vendam baterias com datas de validade tão breves. "Os consumidores não querem pagar mais, não querem carregar uma bateria grande e exigem um tempo de carga maior". O efeito colateral de uma bateria com essas características é uma rápida corrosão. 

Como se não bastasse isso, o tempo de vida natural dos nossos eletrônicos mais valorizados é extremamente e artificialmente curto. As pessoas compram novos celulares a cada dois anos porque é assim que os contratos estão estruturados. As características de um laptop ficam "obsoleta" mais ou menos na mesma velocidade.

Pense nisso dessa forma: o seu iPod de dois anos atrás pode ainda estar funcionando, mas você prefere este novo, não é? O seu MacBook unibody de primeira geração ainda é um computador bom, mas você está louco para comprar o novo Air de 13", não? Há um motivo para não falarmos sobre a morte das baterias com mais frequência, apesar da gravidade do problema. 
Salvando a sua bateria das garras do tempo
Quem estiver preso a uma das baterias atuais que um dia morrerão, não precisa ficar de braços cruzados. Felizmente, dá pra fazer algumas coisas a respeito. As baterias de lítio-íon sofrem bem mais degradação quando estão quentes, então é vital manter o seu laptop ventilado. Isso é bem fácil: é só não usar em cima de travesseiros, ou, se for o caso, ao menos colocar uma folha sulfite em baixo dele para não obstruir a circulação de ar. As baterias recarregáveis também morrem mais rapidamente se forem deixadas totalmente carregadas, então, em vez de deixar o seu laptop na tomada o tempo inteiro, deixe-o descansar um pouco ou vá carregando e descarregando a bateria no decorrer do dia. É por isso que as baterias de celulares tendem a durar mais: o modo de uso de um celular favorece bons hábitos de carregamento da bateria. Para saber mais sobre a interessante correlação entre calor, nível de carga e tempo de vida da bateria, veja este artigo.
Como as coisas podem melhorar

O tempo cura tudo, incluindo a tecnologia das baterias. Buchman diz que os limites práticos das baterias já foram quase atingidos, mas que novas tecnologias estão no horizonte. "A maior parte da pesquisa está focada no catódio. O anódio é tradicionalmente um produto do carbono, mas há pessoas trabalhando em tentar talvez adicionar silício, para ganhar maior densidade energética". Em português: os fabricantes estão dando seus pulos para fazer um tipo novo e melhor de bateria para nós. 

O desenvolvimento dos carros elétricos também está beneficiando a pesquisa de baterias. Diferente da Apple ou da Dell, as empresas automotivas não podem vender um produto que se torna inútil depois de poucos anos, então está sendo gasta uma quantidade significativa de tempo e recursos no desenvolvimento de baterias que sejam poderosas, com grande capacidade e vivam muito. 

E quanto ao que Buchman considera ser a raiz do problema — a pressão do consumidor —, isso também pode ser curado. Se os contratos de telefone celular se tornarem mais longos, ou desaparecerem, ou se a corrida de especificações nos notebooks der uma sossegada, os consumidores podem parar de ter o ímpeto de querer trocar de gadgets a cada temporada, e a morte das baterias se tornará um problema mais sério. Neste momento, assim como as montadoras de carros estão procurando as suas soluções de baterias, assim também as empresas de eletrônicos de consumo terão que dar um jeito nisso. 

Diagrama de Lítio-íon cortesia de Varta Automotive.

Fonte: Gizmodo

Aplicativo australiano para iPhone combate câncer de pele

Os australianos que apreciam o sol do verão agora podem se informar sobre o momento de cobrir a pele e evitar os raios ultravioletas, potenciais causadores de câncer de pele, graças a um novo aplicativo para o iPhone. 

A Austrália tem uma das mais elevadas incidências de câncer de pele no mundo, com mais de 1,85 mil mortes causadas pela doença ao ano - o que supera o número de vítimas fatais de acidentes rodoviários no país, de acordo com o Cancer Council Australia. Dois terços dos australianos receberão um diagnóstico de câncer de pele antes de atingirem os 70 anos. 

"O que estamos constatando é que muita gente usa a temperatura e clima para prever quando precisa de proteção contra o sol, mas o problema real está nos ultravioletas (UV) - e esses raios não são vistos ou sentidos," disse Sue Heward, gerente do programa do aplicativo SunSmart no Cancer Council.
Para enfrentar o problema, bem como para atingir os jovens que tendem a se preocupar menos com a proteção contra o sol, o conselho desenvolveu o aplicativo gratuito, que oferece previsão de tempo diária, incluindo o nível máximo de radiação UV. 

O aplicativo conta com uma função de alerta e emprega o sistema de posicionamento global (GPS) a fim de se ajustar automaticamente à localização do usuário, mostrando os horários em que ele precisa se proteger contra o sol e um alerta automático de UV, bem como níveis reais de radiação UV atualizados minuto a minuto. 

"O melhor do aplicativo é que está no bolso do usuário, não é preciso ir ao computador ou abrir o jornal para checar", disse Heward, apontando que isso torna o sistema especialmente útil para quem trabalha ao ar livre por longos períodos ¿uma parcela da população que corre riscos especialmente elevados.
O aplicativo SunSmart pode ser baixado de graça. O conselho também criou um widget de alerta de UV para a web, direcionado a organizações como clubes de esportes. 

Fonte: Terra

Ciberguerra: tecnologia avança mas regras não são discutidas

As técnicas de guerra cibernética podem estar dando um salto adiante e os países começam a elevar seus gastos com defesas digitais e novas armas eletrônicas, mas a estrutura e filosofia política quanto ao uso desses recursos continuam defasadas. 

O worm Stuxnet - considerado por muitos como um ataque ao programa nuclear do Irã por meio da reprogramação de sistemas de controle industrial com o objetivo de causar danos - é visto como o mais recente sinal da crescente militarização do ciberespaço. Estados Unidos e Reino Unido reforçaram abertamente sua preocupação quanto a essa área. Já países emergentes como Rússia e China acreditam poder desafiar o domínio norte-americano sobre a tecnologia militar convencional. 

Agentes não estatais, como grupos militantes, também estão ávidos por aproveitar as novas tecnologias. Mas as regras e convenções que definem como as armas cibernéticas poderiam ser usadas, quem teria o direito de usá-las e de que maneira esse uso seria autorizado ainda estão longe de serem claras. 

"Na maioria das áreas, as políticas, responsabilidades e papéis relevantes não acompanharam o avanço da tecnologia, embora a situação esteja mudando," disse Prescott Winter, ex-diretor geral de informações e tecnologia da National Security Agency (NSA) dos EUA e atual executivo da Arcsight, empresa de segurança da computação. Os EUA criaram um comando cibernético em suas forças armadas, em parte para colocar essas capacidades ofensivas sob controle dos militares, em lugar de agências de informações que operam em modo sigiloso, como a NSA, encarregada da vigilância eletrônica. Importantes autoridades no Reino Unido, nos EUA e em outros países vêm se pronunciando com frequência cada vez maior sobre o tema. 

Mas esta é uma área que ainda suscita diversas questões morais, éticas e práticas até agora, em geral, não respondidas. Como os países retaliariam se fosse impossível identificar a origem nacional de um atacante que usa um notebook? Quem custearia a proteção de sistemas nacionais essenciais como as redes de energia controladas pelo setor privado? 

Os países devem reconhecer que dispõem de capacidades ofensivas de guerra cibernética, para dissuadir agressores, ou mantê-las secretas - especialmente por nunca saberem ao certo se funcionarão, caso usadas em um ataque? "O ritmo de mudança pode ser abrupto a ponto de tornar o ciclo de ação/reação da estratégia tradicional obsoleto antes mesmo que se inicie," escreveram pesquisadores do Chatham House, um instituto britânico, em relatório publicado este mês, que descrevia o ciberespaço como "no momento, inacessível ao discurso político maduro."

Fonte: Terra

Picoprojetor para dispositivos da Apple projeta em 100"

O picoprojetor MicroVision SHOWWX+ foi criado especialmente para dispositivos iOS. Foto: Gizmodo
O picoprojetor MicroVision SHOWWX foi criado especialmente para dispositivos iOS
Você pode assistir a um episódio de uma série no iPad quando está sozinho, mas quando você precisa compartilhar a tela com outras pessoas, aí complica. O picoprojetor MicroVision SHOWWX+, criado especialmente para dispositivos iOS, projeta seus vídeos em gloriosas 100 polegadas.

Fonte: Terra

Aparelho promete manter motorista acordado enquanto dirige

Aparelho avisa quando o cansaço atinge nível crítico e motorista deve fazer uma pausa. Foto: Divulgação
Aparelho avisa quando o cansaço atinge nível crítico e motorista deve fazer uma pausa

Um produto lançado na Dinamarca promete ser bem mais eficiente que uma xícara de café para manter uma pessoa acordada enquanto dirige. O Anti Sleep Pilot fica preso no painel do carro, mantendo o condutor em alerta e monitorando o seu nível de fadiga.

O aparelho liga e desliga automaticamente, dependendo da movimentação dentro do veículo. O produto promete manter o motorista acordado realizando diversos testes, que são respondidos com um toque no equipamento.

Além de manter o condutor em alerta, o tempo de reação aos testes é usado para calcular o nível de fadiga. Quando o Anti Sleep Pilot detectar que o cansaço chegou a um nível crítico, avisos visuais e sonoros avisam o motorista que é hora de fazer uma pausa. Por enquanto, o aparelho só é vendido na Dinamarca. 

Fonte: Terra